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Internação · Equipe Multiprofissional

Evolução de Fonoaudiologia — estruturada

O formulário completo da avaliação fonoaudiológica à beira-leito: cinco etapas que terminam no risco de broncoaspiração, na escala FOIS e na via de alimentação indicada.

Antes de começar

Dois tipos de evolução — este é o formulário guiado

A tela de fonoaudiologia oferece dois caminhos para registrar. Este tutorial ensina o estruturado.

A evolução estruturada percorre cinco etapas — Registro, Avaliação clínica, Deglutição e via, Conduta e metas, Evolução e conclusão — com marcadores prontos em cada uma. É a que produz dado comparável entre uma avaliação e outra.

A Evolução em Texto Livre é o registro narrativo, apoiado por modelos. Serve ao acompanhamento do dia a dia, quando não há o que estruturar.

Onde fica

Registros de Internação→ Equipe Multiprofissional→ Evolução de Fonoaudiologia
Registros de UTI→ Equipe Multiprofissional→ Evolução de Fonoaudiologia

É a mesma tela nos dois caminhos, e ela abre a partir da internação, listando as evoluções do paciente da mais recente para a mais antiga.

(1) A busca filtra por título, profissional ou situação — é como se reencontra uma evolução no meio de muitas. Em Filtros dá para restringir por status, ver só os seus registros ou incluir os inativados.

(2) Para começar, clique em Nova evolução, o botão redondo no rodapé da lista.

Lista de evoluções de fonoaudiologia, com o campo de busca e o botão Nova evolução destacados
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1. Escolha “Evolução estruturada”

A janela oferece os dois tipos. Escolha Evolução estruturada — a própria janela resume o que vem: formulário completo em 5 etapas: avaliação, deglutição, conduta e conclusão.

O outro tipo é a Evolução em Texto Livre, para o registro narrativo apoiado por modelos.

Janela Nova evolução com os dois tipos; Evolução estruturada destacada
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2. Registro: o contexto da avaliação

Data e hora já vêm preenchidas. Escolha o Tipo de registro — Avaliação inicial, Evolução diária, Reavaliação ou Intercorrência — e conte o caso em três campos: histórico do paciente, queixa ou contexto do pedido, e observações relevantes.

A faixa vermelha é o seu roteiro: “Assinatura bloqueada”, seguida do que ainda falta. Cada etiqueta nomeia uma pendência e leva direto à etapa — aqui, Atribuir risco e Registrar evolução.

O número na aba diz quantas pendências restam ali, e some conforme você preenche. O campo Status acompanha o documento: começa em Não salvo.

Etapa Registro preenchida, com a faixa de pendências e o cabeçalho do documento destacados
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3. Avaliação clínica: marcar, não digitar

A etapa reúne cinco blocos: função neurológica, respiratória, comunicação, funções estomatognáticas e alterações de funcionalidade. Todos seguem o mesmo desenho.

Em cada bloco, uma lista de marcadores prontos — alerta, contactuante, responsivo, ventilação espontânea, auxílio de O₂, fala adequada, compreensão preservada — que você só marca.

E, ao final de cada bloco, um campo de observações livre, para o que a lista não cobre. É a combinação que dá dado comparável sem perder a nuance do caso.

Etapa Avaliação clínica, com o bloco de função neurológica destacado: marcadores prontos e campo de observações
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4. O exame que é da fonoaudiologia

Descendo na mesma etapa vêm os dois blocos mais específicos da especialidade.

Funções estomatognáticas — força, mobilidade e sensibilidade, simetria de face, dentição e prótese, saliva (sialoestase, sialorreia, xerostomia), reflexos, praxias, força de tosse e proteção de via aérea.

Alterações de funcionalidade — captação, vedamento labial, controle oral, mastigação, trânsito oral, escapes, ausculta cervical, estase, voz molhada, tosse e engasgos, sinais de aspiração ou penetração laríngea.

Blocos de funções estomatognáticas e de alterações de funcionalidade, com o primeiro destacado
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5. Deglutição e via: as decisões da avaliação

É a etapa que fecha o raciocínio — e a que libera a primeira pendência, Atribuir risco.

(1) Três decisões, cada uma com seu campo de justificativa: o risco de broncoaspiração (ausente, baixo, moderado ou alto), o nível FOIS de 1 a 7 — da via oral zero à via oral total sem restrições — e a hipótese diagnóstica, que vai de deglutição normal aos graus de disfagia orofaríngea, presbifagia, afasia, dislalia e paralisia facial.

(2) Embaixo, a via de alimentação indicada: via oral, SNE ou GTT, e as consistências liberadas — de líquida-pastosa sem pedaços a sem restrição, passando por líquidos espessados. É o que a equipe assistente vai seguir.

Etapa Deglutição e via, com o risco de broncoaspiração, o nível FOIS, a hipótese diagnóstica e a via de alimentação indicada
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6. Conduta e metas

(1) Transição de cuidados e orientações é o recado para quem fica com o paciente: cabeceira a 45°, dieta assistida pela equipe, suspender a via oral se o nível de consciência cair, intensificar a higiene oral. Mais um campo aberto para o que não estiver na lista.

(2) Metas registra aonde o tratamento quer chegar — minimizar risco de broncoaspiração, reabilitar a deglutição, desmame de SNE, decanulação, manejo de TQT ou de saliva.

Abaixo, Condutas / Plano terapêutico lista o que será feito: estimulação sensório-motora oral, tátil-térmica-gustativa, treino de deglutição com e sem volume, manobras, eletroestimulação, fotobiomodulação, bandagem elástica funcional.

Etapa Conduta e metas, com os blocos de transição de cuidados e de metas destacados
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7. Evolução e conclusão — e a assinatura

A última etapa fecha o documento: a evolução do dia, a conclusão, as recomendações finais e o prazo para reavaliação. Com ela some a última pendência, e a faixa vermelha desaparece.

Aí é só Assinar — ou Assinar/Imprimir, que já abre a impressão. Clicar antes de resolver as pendências não quebra nada: o sistema avisa o que ainda falta.

Gravar rascunho fica disponível o tempo todo, para interromper e voltar depois. Cancelar descarta o que não foi gravado.

Etapa Evolução e conclusão preenchida, sem pendências, com o botão Assinar destacado
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Pronto

Evolução assinada

O cartão na lista passa a exibir Finalizada e Assinado, com o tipo de registro e as primeiras linhas da evolução. No documento, o cabeçalho traz o profissional e o conselho.

A partir daí não se edita mais — mas as cinco etapas continuam navegáveis em leitura. Precisou corrigir? Use Retificar; a versão original continua registrada. Imprimir, Duplicar e Inativar ficam na mesma barra.

Evolução estruturada finalizada e assinada, em somente leitura, com as ações Retificar, Imprimir, Duplicar e Inativar
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É só o registro do dia? Então o caminho mais curto é a Evolução em Texto Livre, escrita direto ou a partir de um modelo.

Outras evoluções da internação seguem o mesmo desenho — veja a Evolução Médica (texto livre).