Data, turno e sinais vitais: o esqueleto da folha da UTI, e como ela avisa o que ainda falta antes de você fechar o plantão.
A folha se cria uma vez, em Novo controle. Daí em diante ela não se cria de novo: vai sendo completada ao longo do turno, por todo mundo da equipe. Cada data e turno tem a sua — escolheu a data e o turno lá em cima, você está dentro daquela folha.
Sete abas
Sinais vitais, Ganhos, Perdas, Dispositivos, Escalas, Anotações e Aspiração.
Um checklist do turno
A faixa amarela lista o que ainda não foi registrado, item a item, e some conforme você preenche.
Nada se apaga
Corrigir um registro é retificar: ele continua na folha, marcado, para preservar o histórico do turno.
Este tutorial cobre o esqueleto e os sinais vitais. O balanço hídrico e os registros de apoio têm tutorial próprio.
(1) A barra do topo
Novo controle, o selo de situação (Rascunho ou Finalizada), a data, o turno — Diurno ou Noturno —, o responsável e a última atualização. Trocar a data ou o turno troca de folha.
(2) A faixa de pendências
Aqui ela diz 4 pendências e nomeia cada uma: sem sinais vitais no turno, escalas favoritas pendentes, nenhuma anotação, nenhuma aspiração.
(3) As sete abas
Todas trabalham sobre a mesma folha — o turno escolhido lá em cima.
O botão Adicionar sinais abre a janela — e ela começa com a regra que evita o erro mais comum:
“Preencha os parâmetros monitorados no horário da aferição. Só a hora é obrigatória — registre os valores como estão, mesmo fora da faixa usual.”
Treze campos: Hora, Temp, FC, FR, PAS, PAD, PAM, PVC, SpO₂, PAI, HGT, O₂, Dor (0–10) e uma observação. Preencha só o que foi monitorado — o resto fica em branco e aparece como — na grade.
A Hora já vem com o horário atual. Troque-a para o horário real da aferição — é ela que ordena a folha e dá sentido à série do turno.
(1) Com a primeira aferição a faixa cai de 4 para 3 pendências — sem sinais vitais no turno some da lista.
(2) A grade fica ordenada por hora e mostra a evolução do plantão lado a lado. Cada linha traz o responsável e, à direita, o lápis para corrigir e a lixeira para retificar.
No canto da grade ficam os controles de exibição — densidade e colunas visíveis — para caber na tela do posto sem rolar de lado.
É o comportamento mais importante desta tela, e a janela explica sozinha:
“Este registro não será excluído: ele continua na folha de controle, marcado como retificado, para preservar o histórico clínico do turno. Informe o motivo da correção — inclua um novo registro em seguida, se necessário.”
O Motivo é obrigatório e sai de uma lista: erro de digitação, queda de energia, teste, urgência no atendimento. A observação é opcional.
Repare no que a própria janela pede: inclua um novo registro em seguida. Retificar tira o valor errado de circulação, mas não coloca o certo no lugar — isso é um segundo passo.
Validar pendências, no rodapé, abre a lista completa: itens do checklist da folha que ainda precisam de atenção neste turno. É a mesma informação da faixa amarela, reunida numa janela.
Serve para a passagem de plantão: antes de entregar o turno, um clique mostra o que ficou sem registro.
(1) Salvar folha de controle troca o selo de Rascunho para Finalizada e grava o responsável. Salvar rascunho guarda sem fechar; Imprimir gera a folha do turno.
(2) Fique atento: a folha salva mesmo com pendências abertas — aqui foram três. O Validar pendências avisa, não bloqueia. A conferência antes de fechar o turno continua sendo sua.
O balanço do turno — ganhos, perdas e o fechamento do ciclo — está na Folha de controle: o balanço hídrico.
Dispositivos, escalas, anotações e aspiração ficam na Folha de controle: os registros do turno.
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