O registro estruturado do atendimento fisioterapêutico: cinco abas, as escalas MRC e IMS calculadas pelo sistema, e a conduta em botões.
A janela de nova evolução oferece seis opções, mas não são seis formulários.
Os cinco primeiros — evolução, avaliação inicial, reavaliação, intercorrência e alta — abrem o mesmo formulário, com as mesmas cinco abas. O que muda é o campo Tipo, no alto, que classifica o registro.
O sexto é a Evolução em Texto Livre, que dispensa as abas clínicas: texto corrido, modelos e a resposta ao atendimento.
É a mesma tela nos dois caminhos, e ela abre a partir da internação. Sem nenhum registro ainda, ela explica o que vai aparecer ali e já oferece o botão para começar.
(1) A busca filtra por data, turno, tipo ou responsável. Em Filtros dá para restringir por status, ver só os seus registros ou incluir os inativados.
(2) Nova evolução, o botão redondo no rodapé, começa o registro. O botão do meio da tela, no aviso de lista vazia, faz a mesma coisa.
(1) Os cinco primeiros abrem o mesmo formulário: Evolução fisioterapêutica (rotina), Avaliação inicial, Reavaliação, Intercorrência e Alta fisioterapêutica. Escolher aqui já preenche o campo Tipo — e ele pode ser trocado depois, dentro do registro.
(2) Evolução em texto livre é a exceção: sem as abas clínicas. Ela tem tutorial próprio.
A linha do alto guarda data, hora, turno, tipo, local, convênio e situação. Diferente de outras evoluções, aqui o turno é escolhido por você — Diurno ou Noturno. A faixa vermelha lista o que falta para finalizar, e cada etiqueta leva direto à aba correspondente.
(1) As escalas vêm do prontuário: Glasgow, RASS e Dor, com a data da última aferição. Você não digita — e Atualizar dados do prontuário busca de novo, se algo mudou desde que abriu a tela.
(2) A condição para o atendimento é o que decide se dá para atender: cooperação, uso de sedação e uso de droga vasoativa. Abaixo, o campo de restrições ou contraindicações.
A aba abre com o suporte respiratório — de ar ambiente a VM invasiva — e a via aérea artificial (sem via, TOT ou TQT).
(1) Avaliação respiratória
Padrão ventilatório, expansibilidade, amplitude e tosse em listas prontas; a ausculta em texto livre.
(2) Secreção e aspiração
Quantidade e cor/aspecto da secreção, e se houve aspiração.
(3) Monitorização / gasometria
PaO₂, PaCO₂, relação P/F, volume-minuto e saturação.
Na aba Motor / Funcional, o botão Preencher MRC abre a escala em janela própria.
São seis grupos musculares — abdução de ombro, flexão de cotovelo, extensão de punho, flexão de quadril, extensão de joelho e dorsiflexão de tornozelo — graduados de 0 a 5 em cada lado. Doze notas ao todo.
O escore total e a classificação são calculados pelo sistema. No exemplo, 44 de 60 resultam em “Fraqueza importante (<48)”. A própria janela traz a legenda dos graus.
Preencher mobilidade abre a segunda escala. Aqui é uma escolha só: o nível de mobilidade atual, de 0 a 10.
A régua vai de “nenhuma mobilização ativa” até “deambulação independente sem dispositivo”, passando por sedestação no leito, ortostatismo, transferência para poltrona e marcha estacionária.
Como na MRC, a classificação é automática. Ao aplicar, o sistema confirma que a escala entrou no registro — e a aba passa a mostrar MRC: Registrado e Mobilidade: Registrada.
Resolvidas as escalas, o resto da aba é escolha em listas prontas.
Avaliação motora — quadro motor, força muscular, mobilidade no leito, sedestação, ortostatismo, deambulação e transferência leito-poltrona. Cada uma diz se foi realizada, com ou sem auxílio, não tolerada ou não avaliada.
Condição funcional — contraturas, edema, status funcional e tolerância ao esforço. Fecham a aba o diagnóstico funcional e as limitações ou contraindicações, em texto livre.
(1) Conduta respiratória
Higiene brônquica, aspiração, reexpansão, treino muscular, monitorização de VNI e VM, ajuste de parâmetros, desmame e orientação.
(2) Conduta motora
Mobilização passiva, ativa-assistida e ativa, alongamentos, cinesioterapia, sedestação, ortostatismo, deambulação, posicionamento e transferência.
(3) Resposta ao atendimento
A tolerância — boa, parcial, ruim ou atendimento interrompido — mais intercorrências, resposta clínica e orientações para a equipe.
Entre os dois blocos de chips e a resposta ficam os textos da conduta: o que foi realizado, o plano fisioterapêutico e observações. A tolerância é obrigatória — sem ela a finalização continua bloqueada.
A última aba guarda o que não coube nas outras: exames relevantes, comorbidades, resumo clínico herdado e observações gerais.
Enquanto houver pendência, o botão Assinar fica desabilitado e a barra do rodapé mostra quantas faltam. Resolvidas todas, ele libera — e a barra explica o que vem: “o documento vai automaticamente para assinatura digital”.
Gravar rascunho fica disponível o tempo todo, e Pré-visualizar mostra o documento antes de assinar. Assinar/Imprimir assina e já abre a impressão.
O registro passa a exibir Finalizada e Assinado, com data, turno, tipo, profissional e conselho no cabeçalho. As cinco abas continuam navegáveis em leitura.
A partir daí não se edita mais. Precisou corrigir? Use Retificar — a versão original continua registrada. Duplicar, Imprimir e Inativar ficam na mesma barra.
Só um registro rápido? A Evolução em Texto Livre dispensa as abas: texto corrido, modelos e a resposta ao atendimento.
Outras equipes seguem o mesmo desenho — veja a Evolução de Fonoaudiologia.
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