O primeiro cadastro do módulo. É a unidade que o SUS credenciou, com o CNES e o diretor clínico que respondem pela produção enviada.
"Faturar SUS" quer dizer coisas diferentes para cada cliente — e a resposta muda tudo o que vem depois.
Muitos só precisam tirar um relatório do que fizeram e mandar para a prefeitura — quem fatura é ela. Esses não usam nada além da SIGTAP e dos relatórios.
Faturamento SUS de verdade é só para quem gera o arquivo e importa no sistema do DATASUS. Confirme antes: dá para treinar o processo inteiro à toa.
A unidade guarda o CNES, o CNPJ e o diretor clínico — dados que vão dentro do arquivo enviado. Sem ela, nada mais do módulo funciona.
O SUS credencia por tipo de serviço. Quem começou com raio-x e depois passou a fazer ressonância pode ter recebido uma matrícula nova — e aí são duas unidades no sistema.
Cadastrar é uma vez só. Só se mexe se mudar credencial, endereço ou o responsável.
O menu Sus/Ans reúne o módulo inteiro: AIH, BPA individualizada e consolidada, Configurações, Exportações e Relatórios.
A lista traz código, modalidade, razão social, CNES, CNPJ e sigla de cada unidade cadastrada.
À esquerda, Incluir, Alterar e Excluir. Embaixo dá para Imprimir ou Gerar Planilha da relação.
Razão Social, Código CNES e Sigla são obrigatórios — aparecem em vermelho. Junto vão CNPJ e Modalidade (ambulatorial, hospitalar…).
Endereço completo, telefone, Órgão Emissor e Esfera Administrativa — todos entram no arquivo enviado.
Diretor Clínico: CPF, CNS e nome. É quem assina pela produção; sem ele o SUS não aceita o credenciamento.
Se o cliente tem mais de uma matrícula do SUS, repita o cadastro — na hora de digitar e de exportar você escolhe a unidade.
Próximo passo: Configuração SUS — quem envia, para onde vai e os padrões de digitação.
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