A tabela oficial do Ministério da Saúde, com todos os procedimentos e valores. É dela que sai tudo o que se lança no SUS.
A SIGTAP não é uma lista simples de procedimentos: é um conjunto de tabelas ligadas entre si — financiamento, rubrica, serviço, classificação, registro, modalidade, ocupação, CID.
É por isso que o SUS não aproveita o que foi lançado na recepção: a amarração é do governo, e refazê-la na tabela do hospital seria trabalho sem fim.
Em compensação, o sistema guia o lançamento: o próprio procedimento diz que serviço, classificação e dados extras ele exige.
Quem só precisa de relatório para a prefeitura também passa por aqui — é a importação que traz o código oficial para a relação sair certa.
Em cima, o histórico das competências já importadas, com data e quem importou. Fica tudo salvo — nada é sobrescrito.
Embaixo, as abas da tabela: financiamento, rubrica, procedimento, CID, serviço, classificação, registro, modalidade, ocupação. Serve para conferir o que entrou.
1. Baixe o arquivo. O botão Site para baixar arquivo abre a página do DATASUS direto.
2. Informe onde o arquivo está e a Data Competência — qualquer dia do mês serve, o sistema usa mês e ano.
3. Clique em Importar e acompanhe a barra de progresso.
O site sai do ar, ou abre e não deixa baixar. Não é problema do sistema; é tentar de novo mais tarde. Avise o cliente antes.
O link é FTP: costuma funcionar no Edge e falhar em outros navegadores. Um gerenciador de download resolve — cola o link e ele baixa.
A importação demora — a tabela é grande. Dá para deixar rodando e usar o sistema em outra janela; só não feche a que está importando.
Com a SIGTAP importada, Atualizar Tab. Geral Proc. leva os códigos oficiais para uma tabela de procedimentos do hospital — a que a recepção usa no dia a dia.
Selecione a tabela e confirme. É o que faz a Relação de exames e procedimentos sair com o código do SUS, para quem só entrega relatório.
Ao confirmar, o sistema pergunta que valor da SIGTAP deve ir para o procedimento. A escolha muda o que será cobrado.
Serviços Ambulatorial (BPA) — para quem fatura produção ambulatorial.
Serviços Hospitalar (AIH) — para quem fatura internação.
Somar ambulatorial, hospitalar e profissionais — quando o procedimento é cobrado cheio.
A cada competência nova, repita a importação. O histórico guarda todas — e é a competência que define o valor de cada lançamento.
Agora dá para digitar: AIH para internação, BPA Individualizada para produção paciente a paciente.
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