A produção ambulatorial paciente por paciente: quem foi atendido, que procedimento fez, com que CID e por qual profissional.
O BPA-I registra cada atendimento com o paciente identificado. É o que o SUS exige quando o procedimento precisa ser rastreado até a pessoa.
O irmão dela é o BPA Consolidado, que só informa quanto foi feito de cada procedimento, sem paciente.
Não sabe qual dos dois o cliente entrega? Pergunte antes de treinar — há quem entregue só um, há quem entregue os dois.
Precisa da SIGTAP importada: é dela que vêm os procedimentos, os serviços e as classificações.
Em cima, Competência e Unidade. A pesquisa é simples: todos, por nº da ficha ou por nome do paciente.
A tela tem duas grades: em cima os atendimentos, embaixo os procedimentos de quem estiver selecionado.
1. F2 no Nro Atendimento ou no Nro Ficha — os dados do paciente (nome, sexo, CNS, nascimento) vêm da ficha.
2. F2 no Procedimento. Informe o profissional e o CBOS, o CID, o serviço e a classificação quando o procedimento exigir.
3. Complete data, quantidade e nº de autorização, clique em Adicionar e depois em Gravar.
O Caráter do Atendimento chega preenchido com o que foi definido em Configuração SUS. Numa clínica vem eletivo; num pronto atendimento, urgência.
O botão Configuração, dentro da inclusão, ajusta os padrões — dá para deixar um padrão seu, de quem digita, sem mexer no geral.
A grade de baixo mostra data, CID, código e nome do procedimento, serviço, classificação, quantidade, autorização, caráter e médico.
Se a autorização vem por faixa de números em vez de uma por procedimento, use Preencher Nro Autorizações e resolva tudo de uma vez.
Vale orientar o cliente a tirar antes a relação de exames e procedimentos da recepção e digitar a partir dela — o BPA não aproveita o lançamento.
Fechada a competência, siga para Exportar SUS.
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